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Visita de estudo a Aveiro e Ílhavo

Onde o progresso e as tradições se misturam
 

No dia 28 de fevereiro, os alunos do 9ºano do Agrupamento de Escolas de Maximinos participaram na visita de estudo a Aveiro e ílhavo.

As atividades permitiram estimular atitudes de sociabilização e contextualizar aprendizagens desenvolvidas nas disciplinas de Ciências Naturais, Ciências Físico-Química, Português, História, Francês, TIC/OC, Geografia e Cidadania e Desenvolvimento. A visita aos museus de “Arte Nova” e ao “Navio de Santo André” permitiram compreender a importância dos museus na promoção do património imaterial, histórico e cultural do nosso país, como também desenvolver o gosto e a curiosidade pela ciência. Estes museus permitiram perceber as caraterísticas da arte nova, nas diversas áreas da sociedade, e as inovações científica/tecnológicas da época. O barco bacalhoeiro enalteceu a arte da pesca em alto mar, as técnicas usadas na apanha e no tratamento do bacalhau e as difíceis condições em que os pescadores viviam. Destacou-se a necessidade destas técnicas respeitarem a biodiversidade marinha. 

Conheceram a ria de Aveiro através de um passeio de moliceiro. Assim, visualizaram as salinas e apreciaram a beleza natural e histórica desta cidade. Os moliceiros eram os antigos barcos que recolhiam as algas (moliço) que serviam de estrume agrícola na região. Na atualidade, foram adaptados ao turismo mantendo as suas cores e os experientes barqueiros que os navegavam. O passeio pela Costa Nova permitiu visualizar os antigos “palheiros”. As famosas e castiças casas de riscas, existentes na praia com o mesmo nome, eram utilizadas como antigos armazéns de alfaias da pesca. A moda burguesa de “ir a banhos”, da segunda metade do século XIX, transformou os antigos “palheiros” em casas com riscas coloridas para que pudessem servir como habitação na estação balnear.

O vídeo resumo da visita foi realizado nas aulas de OC/TIC pelos alunos do 9º7.

Em suma, a visita permitiu consciencializar que o bem-estar, a qualidade de vida e a preservação do ambiente e do património imaterial são condições indispensáveis ao desenvolvimento.

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